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Rei da cebolinha conta história de sucesso na FIMAN 2018

O “rei da cebolinha” japonesa, Walter Toshio Saito, fechou a grade de palestras técnicas do primeiro dia da FIMAN 2018.

 

Membro da Associação de Empresários de Honjo, ele é embaixador benemérito de Saitama, onde recebeu o prêmio Global da província. Em 2014, Saito adquiriu a marca registrada ¨Negui”, responsável pela produção e comercialização da cebolinha em grandes redes supermercadistas e lojas de delicatessen japonesas.

 

Case de sucesso em terras orientais, Saito contou aos presentes a sua história de empreendedorismo, iniciada em 2008 para criar um novo mercado de trabalho para os decasséguis, suprir a falta de mão de obra agrícola no Japão e introduzir hortaliças típicas do Brasil no mercado japonês.

 

Com subsídio governamental do Japão, foi dessa forma, junto a um grupo de brasileiros residindo no Japão que jamais havia atuado com agricultura, que Saito montou uma força-tarefa iniciada com a plantação do espinafre, seguida da berinjela, tomate, quiabo e milho. No entanto, foi na cebolinha que Saito vislumbrou a galinha dos ovos de ouro. “No Japão, a cebolinha se assemelha ao alho poró e, ao contrário do Brasil, onde a parte verde é consumida, lá a preferência é pela parte branca da hortaliça”, contou.

 

Com muita força de vontade e criatividade, hoje a cultura é quase que totalmente mecanizada e trouxe como resultado a produção média de 7 a 8 toneladas por dia, em caixas vendidas a um preço médio de US$ 20.

 

Agora, Saito e sua trupe partem para um novo desafio: a implantação da produção da mandioca em solo nipônico. Para tanto, têm que driblar problemas como solos não tão adequados, as oscilações bruscas de temperatura e a existência de tufões constantes, em uma plantação localizada na Ilha de Ishigaki, no Sul do Japão. O resultado desta nova empreitada? Saberemos na FIMAN 2020.

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