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Entidades debatem os rumos da cadeia produtiva da mandioca

A FIMAN 2018 sediou na tarde desta quarta-feira (21) a Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados, vinculada à Assessoria de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas (ACST) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Na pauta do encontro, coordenado por Osvaldo Zanqueta (reconduzido à presidência da Câmara), constou o debate de assuntos como o plano estratégico da Embrapa Mandioca e Fruticultura (com ações direcionadas à para a cadeia da mandioca, apresentado pelo chefe adjunto de PD&I, Francisco Ferraz Laranjeira) e a aquisição de AGF (Aquisição do Governo Federal), pensando no equilíbrio do mercado em função da alta demanda de mandioca prevista para 2019.

Segundo Zanqueta, a atuação superprodução de mandioca por parte do Nordeste deve gerar um desequilíbrio no mercado. É por isso que as entidades se reuniram a fim de buscar soluções em curto prazo. Entre as ações elencadas pelo grupo estão o preparo das reivindicações do setor, para serem apresentadas ao novo Governo Federal a fim de obter a AGF (Aquisição do Governo Federal), o armazenamento da produção, a criação de novas variedades pensando na diversificação e exportação e também a liberação da adição de corante natural na farinha, proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e que representou uma queda de 20% a 30% no comércio do produto.

“O grande desafio e o que estamos buscando é encontrar a constância e o equilíbrio permanentes na cadeia da mandioca”, resumiu o presidente da Câmara.

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